Queria que na Constituição tivesse um artigo que expressasse literalmente o dever do respeito.
Ninguém é obrigado a gostar, amar ninguém, nem a um filho;
gostar, amar qualquer coisa;
tratar com carinho, ser agradável;
ter bom humor, bom vocabulário;
ter higiene, escovar os dentes antes de falar ou
passar um cotonete antes de escutar.
Mas o respeito é digno desde os animais; não é sentimento; não passa de interesse de convívio.
Eu, como pretensiosa pseudo legisladora de quinta, iria impor, que seja ditatorialmente, o respeito como norma a ser cumprida, perante tudo o que existe: o próprio corpo, as pessoas, o meio ambiente, as políticas.
Eu tenho que parar de fumar e de sentar no próprio rabo.
Utopias. Vem a minha cabeça, mas já já passam.
