Em cem anos, não haverá mais ninguém que está aqui hoje. Às vezes, esse pensamento me vem à cabeça, e já até cheguei a comentar com algumas pessoas, que respondem com um olhar de surpresa. Engraçado, achamos que somos eternos. Achamos que uma nota de papel é eterna, que um bom emprego é eterno, que nossos pais são eternos.
Em cem anos, não existirá mais aquele pipoqueiro na rua, a professora gordinha, o chefe e todos os colegas de trabalho, a avó que faz biscoitos, a mulher presidente da república, o bebê que nasceu agora do outro lado do mundo.
Não quero mais perder meu tempo. Se tudo de material é tão efêmero, vou prender meu foco e atenção no que pode ser imortal: a paz, meu legado de contribuição de amor, que é o que fica.
Mais engraçado ainda: as coisas eternas não são vendidas (ou alienáveis, só para não perder meu condão jurídico. Risos.).
Eu acho que também quero uma casa no campo.
Em cem anos, não existirá mais aquele pipoqueiro na rua, a professora gordinha, o chefe e todos os colegas de trabalho, a avó que faz biscoitos, a mulher presidente da república, o bebê que nasceu agora do outro lado do mundo.
Não quero mais perder meu tempo. Se tudo de material é tão efêmero, vou prender meu foco e atenção no que pode ser imortal: a paz, meu legado de contribuição de amor, que é o que fica.
Mais engraçado ainda: as coisas eternas não são vendidas (ou alienáveis, só para não perder meu condão jurídico. Risos.).
Eu acho que também quero uma casa no campo.
